quinta-feira, 22 de agosto de 2013


a doce esperança
que lhe acalenta o coração acompanha-o,
qual amada velhice, a esperança que governa, mais que tudo,
os espíritos vacilantes dos mortais.



No sulco profundo de seu espírito ele colhe

a seara dos felizes projetos.




 Os carvalhos carreguem bolotas nos altos ramos
e abelhas no tronco;
acrescenta que, para eles,
as ovelhas se dobram ao peso do velo




de um rei irrepreensível que, temendo os deuses,
observa a justiça; e para ele, a terra negra produz
trigo e cevada, drvores vergadas sob o peso dos frutos;
o rebanho cresce e o mar oferece os seus peixes.







Para o mal em bandos nos encaminhamos
facilmente: o caminho é suave e ele mora pato;
mas diante da virtude os deuses colocaram suor e trabalho.





Os próprios deuses deixam-se dobrar;
e, pelo sacrifício e devota prece,
as libações e das vítimas a fumaça,
o homem aplaca-lhes a ira
quando infringiu as suas leis e pecou.






Dois tonéis se encontram no palácio de Zeus,
Um repleto de fados felizes, e outro, infelizes,
e aquele a quem Zeus concede dos dois
ora experimenta do mal, ora do bem;
mas o que só recebe do segundo, sem mistura,
a devoradora fome persegue-o sobre a terra divina;
e ainda que Zeus é para nós
dispensador tanto dos bens como dos males








os deuses sob o aspecto de remotos estrangeiros,
e assumindo todas as frrmas, percorrem as cidades...







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